Por uma arte de instaurar modos de existência que “não existem” – Peter Pál Pelbart

maio 16, 2017
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North and South: Finding Your Way to Love

maio 14, 2017

laura whitfield

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Today is the Day of Love. So whether you’ve discovered your true love or you’re still searching, there’s one sure way to find love on this special day. All it requires is finding your way to a great book—Elizabeth Gaskell’s mid-Victorian novel, North and South. You may just find, as I did, the character who becomes (dare I say it?) the compass of your soul. Your True North. For me, that character is John Thornton.

But before I begin waxing romantically about Mr. Thornton, let’s retrace our steps. North and South begins in an idyllic country village and ends in Milton, an industrial town in northern England. As in many great romantic novels, its two star-crossed lovers come from completely different worlds.

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John Thornton, heir to a cotton mill, moves in a world of money and machinery: The North.

Margaret Hale, an educated and privileged parson’s daughter, hails from…

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Pintar o campesinato: Jean-François Millet.

maio 14, 2017

Tendências do imaginário

Jean-François Millet. As Respigadoras. 1857. Jean-François Millet. As Respigadoras. 1857.

Na disciplina de Sociologia da Arte, estamos a dar os impressionistas, com recurso a um docudrama da BBC (The Impressionists, 2006). Conjugar o passado no “futuro anterior” é uma tentação. Apostar no que interessa é outra. Ambas constituem uma forma de cegueira. A abertura e a dispersão são mais do que uma distracção. A focagem apaga mais do que ilumina. E, no entanto, cada momento histórico encerra uma riqueza inesgotável.

Jean-François Millet. Hunting Birds at Night.  1874. Jean-François Millet. Hunting Birds at Night. 1874.

Para Ernst Bloch, a investigação não se pode cingir ao que existiu, importa convocar também o que poderia ter acontecido, embora não se tivesse concretizado. Se a história está repleta de impossíveis realizados, ainda mais apinhada está de possíveis por realizar. A floresta não tem só caminhos e clareiras. Mas a bússola tende a reter do passado apenas aquilo que desagua no presente, resumindo-o, de preferência, em poucas…

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Nota de repudio a la condena de Rafael Braga a 11 años de prisión

abril 24, 2017

FARJ

Federação Anarquista do Rio de Janeiro

El pasado 20 de abril, fue publicada por Tribunal de Justicia de Río de Janeiro la sentencia relativa a la segunda prisión de Rafael Braga, que ocurrió el 12 de enero de 2016 según la cual Rafael fue condenado a 11 años de prisión por tráfico y asociación con el tráfico.

¿Por qué fue realmente condenado Rafael?

En el 2013 hubo grandes manifestaciones, él fue detenido en sus inmediaciones, aunque no había participado de ella, acusado de tener cocteles molotov, sin embargo  realmente eran botellas de Pinho Sol (producto de limpieza) y agua sanitaria. Fue detenido por la Unidade de Polizia de Pacificación de la Vila Cruzeiro en la localidad de Cascatinha, favela donde vive con su família. Por esto fue condenado a cinco años, cuyo último periodo fue bajo el régimen  de  libertad provisional (monitorado por una tobillera electrónica).

Durante su libertad provisional…

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Using Lefebvre’s triad

abril 10, 2017

Simon Briercliffe

Hewitt Avenue, one of the later roads built on the Noel Park estate, North London. I used to live on this street! Hewitt Avenue, one of the later roads built on the Noel Park estate, North London. I used to live on this street!

I did warn you that this would be a place for testing half-baked theories, so no Black Country history today, sorry. If you’re not up for critical theory and continental philosophy on a Friday morning, back away slowly now.

There’s been plenty of debates over the years about the role of theory within the practice of history. Many historians would agree that history without the theory means very little, but also with Jordanova’s point that history actually hasn’t been a traditionally theoretical discipline – that most theories used within history have been drawn from other fields. Coming in from the social sciences, I can definitely see the overlaps: Marxism, poststructuralism, cultural turns etc. – all shared across the humanities and social sciences.

Happily I have no problem with this, so…

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Beauty is in the streets

abril 10, 2017

Simon Briercliffe

061 Je participe, tu participes, il participe, nous participons, vous participez, ils profitent – I participate, you participate, he participates, we participate, you participate, they profit. This play on the tables of conjugation that everybody had to learn by rote is the source of the critique of everyday life by Lefebvre, the Situationists, and the students of ’68. We all live out the daily grind – but someone else benefits. (source)

The philosophers have only interpreted the world, in various ways; the point is to change it.

Karl Marx, Theses on Feuerbach.

I never realised that, like party politics, academia has a conference season. At least, March appears to be it which means I’ve ended up with far too much work to do in one go. Never mind. Just a quick one then on the various bits of highly-tangentially-related of reading I’ve been fitting in. I still…

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Measure the thing you’re interested in

março 23, 2017

Sauropod Vertebra Picture of the Week

The REF (Research Excellence Framework) is a time-consuming exercise that UK universities have to go through every few years to assess and demonstrate the value of their research to the government; the way funding is allocated between universities is largely dependent on the results of the REF. The exercise is widely resented, in part because the processes of preparing and reviewing the submissions are so time-consuming.

Dorothy Bishop has noted that results of REF assessments correlate strongly with departmental H-indexes (and suggested that we could save on the cost of future REFs by just using that H-index instead of the time-consuming peer-review process).

But it’s also been shown that H-index is strongly correlated with the simple number of publications. A seductive but naive conclusion would be: “we could just count publications for the next REF!”

But of course if we simply allocated research funding across universities on the basis of…

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Pixo, arte e resistência política

fevereiro 23, 2017

Diego A. Fonseca- MonoArt

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Psicóloga, mestra e doutora em letras, Ludmilla Zago é das mais importantes vozes do debate sobre pichação e cultura de rua na atualidade. Coordena pesquisa sobre justiça urbana e convivência na Faculdade de Direito da UFMG e dirige a ONG Borda Convivência, Cidade e Pesquisa, que desenvolve projetos como o Real da Rua. O Magazine conversou com Zago sobre pichação, arte urbana e justiça seletiva.

Como começou seu envolvimento com a questão da pichação?

Eu já tinha um percurso longo com o grafite na cidade. Um dia fui acompanhar uma pessoa que ia fotografar grafites, e ela me contou que o prefeito queria fazer uma delegacia só para pichação, o que aconteceu na época da prisão dos “Piores de Belô”. Eu nem gostava de pichação. Mas cheguei no viaduto Santa Tereza e vi que muitos grafites estavam “atropelados” por pichações. Me coloquei a pensar: Será que esses meninos…

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BLADE RUNNER – O CAÇADOR DE ANDRÓIDES (1982)

fevereiro 15, 2017

Cinema & Debate

(Blade Runner)

 

Videoteca do Beto #25

Dirigido por Ridley Scott.

Elenco: Harrison Ford, Rutger Hauer, Sean Young, Edward James Olmos, Daryl Hannah, William Sanderson, Brion James, Joe Turkell, Joanna Cassidy, James Hong e Morgan Paull.

Roteiro: Hampton Francher e David Webb Peoples, baseado em livro de Philip K. Dirk.

Produção: Michael Deeley.

[Antes de qualquer coisa, gostaria de pedir que só leia esta crítica se já tiver assistido o filme. Para fazer uma análise mais detalhada é necessário citar cenas importantes da trama].

De acordo com “Blade Runner – O Caçador de Andróides”, belíssima ficção-científica dirigida por Ridley Scott, o futuro do planeta é sombrio e assustador. O crescimento descontrolado das grandes metrópoles, aliado à globalização e a destruição do meio ambiente, provocou profundas alterações climáticas e sociais, transformando o planeta em um local frio, deteriorado e muito complicado de se viver. Este…

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Sopa Indiana de Lentilha com Gengibre e Leite de Coco

fevereiro 5, 2017

À brasileira

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A base dessa receita é uma sopa indiana de lentilha vermelha chamada Masoor Dal. Essa versão aqui foi simplificada e adaptada para ser feita com ingredientes que você encontra em qualquer lugar do Brasil, até numa cidadezinha de interior, que é onde fiz essa receita.

Essa aqui leva lentilhas verdes/marrons porque são mais acessíveis. Também, prefiro usar caldo de carne de boi, que, claro, não faz parte da receita original indiana. O toque a mais é o leite de coco, que dá um sabor tropical incrível e casa muito bem com os temperos e a pimenta. E não há dúvida: essa sopa é uma explosão de aromas e sabores que você nunca provou igual. Faça e verá!

MASOOR DAL À BRASILEIRA

Rende 2-2,5 litros de sopa, dependendo de quão líquida você prefere a sopa.

INGREDIENTES

– 1 pacote de 500g de lentilhas verdes/marrons

– 2 cenouras grandes

– 400g de abóbora…

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