DELEUZE E A PÓS-MODERNIDADE – Peter Pál Pelbart

Territórios de Filosofia

                                                                                                DELEUZE E A PÓS-MODERNIDADE.

Peter Pál Pelbart.*

Embora Deleuze nunca tenha se considerado um pós-moderno, e até tenha ficado à margem do debate sobre o assunto, é compreensível que ele por vezes seja incluído nesse espectro teórico, ou pelo menos no rol de seus inspiradores. Afinal, ele ajudou a lançar ou reativar vários dos termos que circularam entre seus arautos nas última s décadas, tais como diferença, multiplicidade, intensidade, fluxos, virtual , até mesmo simulacro… No entanto, se rastreamos a bibliografia a respeito do pós-moderno ou mesmo da pós-modernidade, seja ela filosófica, crítica ou apenas histórica, ficamos surpresos com a ausência quase absoluta de qualquer menção a Deleuze . Tome-se Jameson, Wellmer, Huyssen, Anderson, Eagleton, Harvey, Vattimo, para não falar em Habermas,[1] a omissão é tão generalizada que somos obrigados a reconhecer que, diferentemente de Lyotard, por razões óbvias, mas também de Foucault ou Derrida…

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