The Perilous Gig Economy: Why Caviar Must Pay for Bike Courier’s Death

dezembro 10, 2018

The Philadelphia Partisan

Image caption: A white banner hangs off a chain link fence on top of an overpass. It reads “THE GIG ECONOMY KILLED PABLO: REST IN POWER”

By Mar Escalante

Photo Credit: Mar Escalante

On Saturday, May 12, at 7:30 p.m., our dear comrade Pablo Avendano was killed in a cycling accident at the intersection of 10th Street and Spring Garden, when his bicycle was rear-ended by an SUV during a torrential downpour.

He was making a delivery for bike courier company Caviar when he died. This was no ordinary bike accident. It happened because Pablo had to work in unsafe conditions. Caviar must do the right thing and at the very least pay for the costs of his death.

As a member of the activist community of which Pablo was a part, I and many others visited the impromptu memorial set up at the site of his death to remember his life…

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10 Leis de mentira – ou: A (in)justiça branca

dezembro 5, 2018

NEGRUME

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Oprê ! Meu nome é Aloysio Letra e você está no blog do NEGRUME.

O povo NEGRO do Brasil é vitima histórica de diversas farsas, sendo juntamente a comunidade indígena a maior parcela da população a não ter o direito a JUSTIÇA e a vida plena em sociedade. Da história da escravidão imperial, velha República, Estado novo até chegarmos a atual globalização do racismo, a comunidade negra sempre foi oprimida, espoliada e enganada em nosso país. As leis, a policia e a dita “justiça” servem em geral para causar mortes, encarceramento em massa e desestruturação das familias, sobretudo as familias NEGRAS..

Entre o final do Império e o inicio da República inclusive, houveram um conjunto de medidas criadas para sufocar a comunidade negra logo após a abolição da escravatura. O antigo Código Criminal (1830)  tinha leis especificas para condenar condutas ligadas a população negra (como hoje!), leis como a lei de…

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“El espacio y el Estado”: Henri Lefebvre

dezembro 4, 2018

A las puertas de cumplir medio siglo de la publicación de la obra El Derecho a la ciudad (1968) de Henri Lefebvre, es nuestra intención compartida, poner a la luz en español la ‘producción teórica’ del francés como un proyecto total de vida. Por ello, ponemos a disposición una nueva traducción inédita. Esta vez, de un capítulo entero denominado El espacio y el Estado dentro de su vigorosa obra (aunque menos revisada) de finales de los 70s. Su pertinencia en el campo de los estudios críticos del marxismo, de la teoría política del espacio social y del Estado, le otorga a las ideas de Lefebvre un registro de actualidad; y nos obliga a trasladar las contradicciones del espacio capitalista a nuestro convulsionado tiempo social, con el objetivo de concretar el contraproyecto global.

El secreto del Estado: su espacio

En la segunda mitad de la década de 1970, Henri Lefebvre emprende…

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chip city

novembro 13, 2018

jesarqit

chip city

Este es un proyecto rescatado de mi memoria nada menos que del año 2000. Entonces Shinobu Hashimoto y Rients Dijkstra, estudiantes del Berlage Institute lanzaron esta idea bajo el nombre de Chip City, en la que imaginaban el futuro de los medios y la repercusión sobre la ciudad que conocemos. Las imágenes son bastante elocuentes pero he encontrado la leyenda que las acompaña.

Una ciudad caótica y futurista respecto del concepto de realidad física conocida, pero electrónicamente organizada y controlada dentro del mundo virtual en el que nos adentramos. Un mundo de película de ciencia ficción.

 chip city_

THE EVOLUTION OF THE HIGHWAY!
PAST>
 Safety requires slowing down at the crossing. Traffic rules dictate intersection behaviour. Traffic signals, pavement, traffic rules and indicators help to prevent collision.
PRESENT> The need for speed gives rise to space-consuming chunks of concrete. Large numbers of cars move in all directions simultaneously. Big curves let…

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HAUSSMANN

agosto 31, 2018

teoriadourbanismo

Postado por: Márcia Silva

O barão Georges-Eugène Haussmann (1809-1891) foi nomeado administrador do Sena em 29 de junho de 1853. Na metade do século XIX, Paris ainda é uma cidade enferma. As descrições de Eugène Sue são precisas e preciosas: ruas estreitas, pardieiros de vários andares e uma grande densidade demográfica nos bairros mais pobres do centro da cidade (muitos milhares de habitantes por quilômetro quadrado).

Em 13 de dezembro de 1838, em uma noite chuvosa e fria, um homem de aspecto atlético, vestido com uma blusa de má qualidade, atravessou a Pont-au-Change e se embrenhou na Cité, um dédalo de ruas escuras estreitas e tortuosas, que se estendia do Palácio da Justiça até a Notre-Dame. […] Naquela noite, entretanto, o vento se engolfava violentamente nas ruelas esquálidas daquele bairro lúgubre. O luar descorado e vacilante, cujas reverberações eram agitadas pelo vento norte, seco e frio, se refletia no ribeiro…

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VI. Haussmann ou as barricadas (parte I)

agosto 31, 2018

Teoria do Espaço Urbano

O principal fator responsável pelo processo de urbanização das cidades no século XIX é o rápido e gigantesco crescimento populacional.

“Acompanhada de uma súbita queda da mortalidade, essa evolução geral devida a melhores padrões nutritivos e a técnicas médicas aperfeiçoadas, deu origem a uma concentração urbana sem precedentes, primeiro na Inglaterra, depois, com diferentes taxas de crescimento, em todo o mundo em desenvolvimento.”. (Frampton, História crítica da arquitetura moderna, p.14)

Crescimento populacional de 1801 a 1901:
Londres: de 1 milhão para 6,5 milhões.
Manchester: de 75 mil para 600 mil.
Paris: de 500 mil para 3 milhões.
Na América, o crescimento foi ainda mais vertiginoso:
Nova York: de 33 mil para 500 mil em 1850, e 3,5 milhões em 1901.
Chicago: de 3 mil em 1833 para 30 mil em 1850, e 2 milhões em 1901.

Mas este crescimento desproporcional à estrutura da velha cidade leva a novos problemas…

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Immaginare forme nuove: Dionisio Gonzàlez

julho 31, 2018

Art in Slums

“Jornalista Roberto Marinho III,” 2004, c-print, diasec, edition 1/3

Il fotografo spagnolo Dionisio González fa il suo debutto alla Galerie Richard di New York con “Favelas”, una collezione di fotografie architettonicamente ripensate ispirate ai colori pastello delle bidonville del Brasile. In una serie di fotografie modificate digitalmente, riorganizza e trasforma le baraccopoli in un mondo spazialmente e socialmente complesso una facciata in acciaio lucido, che ricorda vagamente Frank Gehry nella Walt Disney Music Hall di Los Angeles o di Morphosis della Cooper Union, si contrappone con un muro fatto di patchwork di cartone e linoleum colorato.

“Marginal II, 2006,” c-print, diasec, edition 1/7

Egli è particolarmente ispirato dalla natura ribelle e casuale dell’ architettura delle favelas. Dice: “Questi quartieri vengono rimossi da un co-attivo sistema di vigilanza  o di polizia a causa del loro sovraffollamento. Si potrebbe dire che le baraccopoli agiscano contro lo Stato”.

“Nova Ipiranga III,” 2004 (detail), c-print, diasec, edition 4/7

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TAZ – Por que Temporária?

julho 18, 2018

Refletir na conjuntura de crises

abril 27, 2018

Brasil em 5

Helder Gomes*

Processos educativos de ampla repercussão social estiveram em curso no Brasil a partir da luta contra a ditadura militar e pela redemocratização do país. A partir de várias iniciativas populares e sindicais, não apenas a escola pública se tornou mais ativa, na busca por uma formação mais integral, como também ocorreram vários caminhos formativos, inclusive, nas lutas por terra e moradia, nas atividades comunitárias nos bairros e, também, nos ensaios de maior participação e controle social sobre as decisões e atos governamentais. Todo esse enriquecimento social foi se perdendo, na mesma medida em que a resistência popular foi sendo invisibilizada, não apenas pela mídia proprietária, mas, também, pela profunda alteração na agenda de luta de suas mais expressivas representações.

O fato de não serem mais tão visíveis como antes não significa que essas formas de resistência não existam mais. Muito ao contrário, é exatamente contra elas que se…

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Visiting Sudan – Pictures and Scenes of Khartoum

março 27, 2018

The Velvet Rocket

Before even trying to get into Sudan, make sure you have your visas in order and give yourself plenty of time to get them. The Sudanese visas proved to be the most difficult and time-consuming visas that my Italian interpreter and I have yet obtained – and we have been to a lot of weird places. However, it is doable.  Unless you know someone though, you will find the task made significantly easier by recruiting the assistance of an outfit such as Raidan Travel (more on them below).

Entering Khartoum:

*

After getting out of the airport, one of the first buildings you will see upon entering Khartoum is this brand new luxury hotel (pictured below), the Burj al-Fateh, financed by Lafico, the Libyan Foreign Investment Company, and designed by Italian architects.

Local Sudanese refer to the hotel as “Qadaffi’s ball” which, yes, has the same double meaning as in…

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